Quarto dia...
Acordo cedo, preparo as bagagens, vou partir... Jacques vem me encontrar no horário combinado. Seguimos então pra Barra de Pojuca, onde consertarei a moto. Solda feita, óleo e tração trocados, seguimos então pra Dias D'Ávila, casa dele, onde pretendo pagar contas do mês no Banco do Brasil. Depois disso, um belo almoço preparado por sua esposa, Jaqueline, e Jacques ainda se dispõe a me guiar até o cais em Salvador, onde pegarei o ferryboat pra Itaparica. Caramba, não nos víamos há 22 anos, mas a amizade e o companheirismo de Jacques supera as expectativas. Se eu seguisse sozinho, seria mais difícil e demorado, mas com ele me guiando, consigo pegar o ferry de 14h. Depois de uma hora de travessia, chego a Bom despacho e de lá, asfalto, muito asfalto. Ah, na balsa, resolvo inspencionar a moto, e pasmem: o mecânico que trocou a transmissão deixou as porcas do esticador da corrente fogadas, e já tinha perdido a contraporca, a tampa do esticador estava quase caindo. Melhor prestar mais atenção nos serviços realizados na Gata Guerreira (toda viatura presisa de um nome, achei este propício e estou batizando a moto hoje). Sigo por mais 200km e chego a Camamu, no cair da noite. Pousada, descanso, internet, mensagens, tefonemas, cervejas, e vou dormir. Amanhã quero chegar a Minas Gerais. Ah, os amigos que fiz recentemente já se comunicaram comigo pelo facebook e pelo blog. Ainda inspirei uma poesia de um deles, o Contra. Massa, espero encontrá-los em breve!!!
Que papelão, vc prometeu que depois do seu aniversário não tomaria mais nenhuma bebida alcoolíca, e nem era primeiro de abril.
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