São Luís, a única capital de Estado Nordestino que ainda não tinha passado. Lá ficamos quase um mês, e acabei conhecendo melhor que outras cidades que já visitei várias vezes. Os lugares, as pessoas, não consigo deixar de lembrar, então vou citar alguns. Lugares: Praia de Panaquatira, em São José do Ribamar; Centro Histórico (Reviver); Alcântara; Bar do Léo, no Vinhais... Pessoas: Carlota e João, Luciano e Carol, Arnóbio, Dona Primavera, Vera, Mohana e Taíssa, Paiva Guedes, Álvaro, Anselmo e Ivana, Kênia, Carequito, Heraldo e Karine... Todas essas , pessoas maravilhosas, que nos receberam de um modo especial e nos trataram como velhos amigos... Esperamos rever todos em breve!!!
Estamos no fim de mais um trabalho, já saímos de São Luís e entramos na Baixada Maranhense, faltam apenas três municípios e depois é só pegar o caminho de casa, a saudade já aperta, depois demais de um mês fora!!!
sábado, 26 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
São Luís do Maranhão, a única capital nordestina que me faltava conhecer...
Estou na Ilha de São Luís há duas semanas, fazendo a pesquisa do INEP. Os primeiros dias foram os mais difíceis: muito calor, um trânsito infernal, tão ruim quanto o de Recife. Me perdi várias vezes, por ruas e bairros desconhecidos. Agora estou conhecendo melhor, pelo menos as avenidas principais. Aqui se dirige de forma muito agressiva. Mas a Ilha tem seus encantos. Como o trabalho atual é só de segunda a sexta, já tivemos a oportunidade de conhecer lugares lindos no fim de semana. Estamos na casa de parentes do meu sogro, pessoas amáveis que nos receberam com muito carinho. No feriado de finados e no fim de semana estivemos na casa de praia deles, em Panaquaitira: foi massa, deu pra relaxar um pouco e descansar do trabalho árduo. Panaquatira fica em São José do Ribamar, aqui pertinho, no outro lado da Ilha. Uma praia linda, de águas calmas e mornas. A casa então: massa, na beira da praia. E é pela areia que se acessa as casas, a praia é uma estrada!!! No domingo à noite fomos dar uma volta pelo Centro Histórico, tudo muito bonito, pena que um tanto quanto deserto. Hoje retomamos o trabalho, ainda ficaremos aqui até a semana que vem, ainda temos várias escolas a visitar. A semana será dura!!! Mas o trabalho tem compensado, tenho conhecido lugares novos, pessoas novas, enfim, está valendo à pena!!!!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Mais uma visita à Linha Verde - BA
Viagem massa: seguimos dessa vez eu, minha amada, minha sogra e meu cunhado. Ficamos em Jauá, na beira da Estrada dos Coqueiros, como também é chamada a Linha Verde, na casa da tia de Veruska, Dona Liuba. Liguei logo pro Jacques, ele foi nos visitar, e nos levou a conhecer duas praias: Jauá, bem perto de onde estávamos; e Barra de Pojuca, lindíssima, com um rio, demais... No dia seguinte chegaram Léo e Mexidon, fomos buscá-los no aeroporto, fizemos um churrasco de boas-vindas. Eles vieram participar de uma pesquisa, então seguimos juntos para Recife eu, Veruska, Wendel, Léo e Mexidon. Ainda demos uma parada na Lagoa Redonda: show de bola!!! Aguardaríamos alguns dias até sabermos pra onde seguiríamos pra pesquisa do INEP. Dias livres para ir a Cuieiras, comer os deliciosos pratos de dona Birra, visitar o Rei dos Folotes, o Betinha, a Budega de Véio, enfim: tudo que sempre sinto saudade quando estou longe de casa...
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Três Capitais Nordestinas
Estive realizando um trabalho em Fortaleza, Natal e João Pessoa. Uma pesquisa cuja principal dificuldade era que a amostra estava espalhada em muitos bairros. Em Fortaleza, visitamos 35 bairros. Deu pra perceber que o problema de trânsito é mais grave em Recife que nessas capitais. Fortaleza possui muitas vias como opções para onde quer que se esteja indo. O trânsito só é retido pelas inúmeras lombadas eletrônicas de 60km/h. Mas flui.
Em Natal reencontrei um campanha de longas datas, o Vital, amigo carioca que não via há 14 anos!!! Foi muito bom o reencontro, pena que ambos tivemos pouco tempo pra conversar, já que estávamos muito atarefados com nossos trabalhos. Natal tem algumas vias bonitas, a cidade tem uma porção considerável assentada em dunas. Um fato relevante foi que num dos três dias em que lá estivemos, houve queima de ônibus, acho que seis ao todo, e ao menos em um deles tinha a sigla de uma facção criminosa de São Paulo. Lamentável! Em João Pessoa foi a vez da minha amada reencontrar uma amiga que não via há seis anos. Nas três cidades tivemos que circular por muitos bairros, em busca dos entrevistados. Acabei conquistando mais um brevê: o de desbravador de regiões metropolitanas de três capitais nordestinas...
Em Natal reencontrei um campanha de longas datas, o Vital, amigo carioca que não via há 14 anos!!! Foi muito bom o reencontro, pena que ambos tivemos pouco tempo pra conversar, já que estávamos muito atarefados com nossos trabalhos. Natal tem algumas vias bonitas, a cidade tem uma porção considerável assentada em dunas. Um fato relevante foi que num dos três dias em que lá estivemos, houve queima de ônibus, acho que seis ao todo, e ao menos em um deles tinha a sigla de uma facção criminosa de São Paulo. Lamentável! Em João Pessoa foi a vez da minha amada reencontrar uma amiga que não via há seis anos. Nas três cidades tivemos que circular por muitos bairros, em busca dos entrevistados. Acabei conquistando mais um brevê: o de desbravador de regiões metropolitanas de três capitais nordestinas...
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Breves relatos de algumas viagens recentes...
Blog maluco esse... Os relatos não precisam ter um fim. Faz tempo que não escrevo nada, e nem terminei de contar as aventuras do viajante solitário na sua jornada de moto por Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco... Passei dezoito dias em dias em Milho Verde, conheci várias cachoeiras, visitei outras que já conhecia, e na volta, meu amigo e anfitrião por aquelas paragens, o Léééeéooo, resolveu voltar pra Pernambuco comigo. Então colocamos a minha moto na sua pick-up e viemos sem parar, de Milho a Recife!!!
Aqui chegando, recebi um trabalho, uma pesquisa nos sertão pernambucano. Fomos eu e Léo. Conhecemos em Exu, o museu de Luiz Gonzaga, no Parque Aza Branca (é assim com z mesmo!!). Depois passamos por Bodocó e Ouricuri, então regressamos pra Recife, de onde fomos primeiro pra Japaratinga AL e depois pro Vale do Capão, na Chapada Diamantina BA. Uma bela viagem!! Dez dias de trilhas, comidas, sorrisos...
Léo seguiu pra Milho com o Amigo Betinha e sua companheira Nilzinha; eu,Veruska e Amina, regressamos pra Recife: pesquisa curta em Maceió, e agora, planejamos algumas viagens curtas e em dezembro, enfim, iremos até Ushuaia, Atacama e Machu-Picchu. Serão meses inesquecíveis. A equipe está quase montada, o roteiro praticamente definido. Será minha primeira aventura fora do Brasil, algo especial, uma expansão de meus limites. Agradem, contarei tudo!!!
Aqui chegando, recebi um trabalho, uma pesquisa nos sertão pernambucano. Fomos eu e Léo. Conhecemos em Exu, o museu de Luiz Gonzaga, no Parque Aza Branca (é assim com z mesmo!!). Depois passamos por Bodocó e Ouricuri, então regressamos pra Recife, de onde fomos primeiro pra Japaratinga AL e depois pro Vale do Capão, na Chapada Diamantina BA. Uma bela viagem!! Dez dias de trilhas, comidas, sorrisos...
Léo seguiu pra Milho com o Amigo Betinha e sua companheira Nilzinha; eu,Veruska e Amina, regressamos pra Recife: pesquisa curta em Maceió, e agora, planejamos algumas viagens curtas e em dezembro, enfim, iremos até Ushuaia, Atacama e Machu-Picchu. Serão meses inesquecíveis. A equipe está quase montada, o roteiro praticamente definido. Será minha primeira aventura fora do Brasil, algo especial, uma expansão de meus limites. Agradem, contarei tudo!!!
sexta-feira, 8 de abril de 2011
O reeencontro com Léo
Sétimo dia...
Dormi até as 7h. Acordo e apenas o Andrezinho está em casa, Gustavo já foi pra escola e Sonia pro trabalho. Como algo e começo a ajeitar as bagagens, porém, sem a pressa habitual, pois faltam só 230km até Diamantina, onde encontrarei Léo. Antes de partir, fomos até um mirante, de onde se pode ver toda a cidade de Montes Claros. Lá rolou o que vc falou, depois descemos e eu comecei a armar as bagagens na moto. Saí às 10:40, passando por uma estrada sinuosa e em declive ou aclive. Ainda peguei uma chuva, e com a pista molhada, tive que reduzir sensivelmente a velocidade. Cheguei a Dimantina às 14h. O odômetro marca 2350km desde que saí de Recife!!!
Me dirijo pra Baiuca, onde vou encontrar Léo. Ele demora um pouco, e quando chega, posso enfim passar toda a bagagem da moto pro carro dele, o Valentin, então seguimos em busca de cerveja e comida. Pernoitaremos em Diamantina, na casa de um amigo que está viajando e emprestou a chave. Diamantina é uma cidade muito bonita, mas depois de um rango e algumas cervejas, sou vencido pelo cansaço e pelo sono, abortando a saída pra um forró. Melhor renovar as forças, ainda é o primeiro dia aqui, devo ficar na região até o dia 25. Muito bom reencontrar Léo, quase um irmão pra mim. Amanhã resolveremos algumas pendências minhas aqui em Diamantina e seguiremos pra Milho. Estamos torcendo por um dia de sol, pois tem várias cachoeiras no caminho.
Ah, aos amigos que estão acompanhando meus relatos: em Milho Verde talvez eu tenha dificuldade em acessar a net. Se isso acontecer, ficarei um período sem narrar minhas andanças e aventuras. Um abração a todos!!!
Dormi até as 7h. Acordo e apenas o Andrezinho está em casa, Gustavo já foi pra escola e Sonia pro trabalho. Como algo e começo a ajeitar as bagagens, porém, sem a pressa habitual, pois faltam só 230km até Diamantina, onde encontrarei Léo. Antes de partir, fomos até um mirante, de onde se pode ver toda a cidade de Montes Claros. Lá rolou o que vc falou, depois descemos e eu comecei a armar as bagagens na moto. Saí às 10:40, passando por uma estrada sinuosa e em declive ou aclive. Ainda peguei uma chuva, e com a pista molhada, tive que reduzir sensivelmente a velocidade. Cheguei a Dimantina às 14h. O odômetro marca 2350km desde que saí de Recife!!!
Me dirijo pra Baiuca, onde vou encontrar Léo. Ele demora um pouco, e quando chega, posso enfim passar toda a bagagem da moto pro carro dele, o Valentin, então seguimos em busca de cerveja e comida. Pernoitaremos em Diamantina, na casa de um amigo que está viajando e emprestou a chave. Diamantina é uma cidade muito bonita, mas depois de um rango e algumas cervejas, sou vencido pelo cansaço e pelo sono, abortando a saída pra um forró. Melhor renovar as forças, ainda é o primeiro dia aqui, devo ficar na região até o dia 25. Muito bom reencontrar Léo, quase um irmão pra mim. Amanhã resolveremos algumas pendências minhas aqui em Diamantina e seguiremos pra Milho. Estamos torcendo por um dia de sol, pois tem várias cachoeiras no caminho.
Ah, aos amigos que estão acompanhando meus relatos: em Milho Verde talvez eu tenha dificuldade em acessar a net. Se isso acontecer, ficarei um período sem narrar minhas andanças e aventuras. Um abração a todos!!!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Andrezinho, Sonia e Gustavo, meus anfitriões em Montes Claros
Sexto dia...
Acordo cedo e aguardo pacientemente o café da pousada. Ah, se soubesse que seria tão parco, teria saído mais cedo: pão com margarina e um café. Conheci um gaúcho que também está de viagem, ele largou a esposa no Rio e estava indo em busca de um novo amor. Em poucos minutos me conta a sua história. Motorista de ônibus no Rio e infeliz no casamento, conheceu uma cearence e resolveu mudar de vida. Pediu transferência na empresa e agora se aventurava por estradas que nunca passou, rumo à Fortaleza, para encontrar com a nova amada. desejo sucesso, e parto em seguida.
Paro já perto do destino (Montes Claros) pra trocar o óleo da moto, desnecessário, pois o óleo estava novo. Mas o pior ainda estava por vir: o mecânico deixou a tampa do óleo do motor aberta, e eu rodo na BR uns 10km assim, com o óleo sendo cuspido pra fora do motor. Quando pecebo, paro rápido, fecho a tampa e continuo a viagem, falta 40km. Chego à casa do meu anfitrião, Andrezinho, que já me espera. O cara é muito legal, artesão de coco e prata, me oferece almoço, conversamos bastante, e depois de rolar o que vc falou, quando vamos inspecionar a moto, descobrimos o pneu dianteiro murcho e o motor sem uma gota de óleo. Tento usar o reparador instantâneo de pneus, uso dois sprays e não funciona, então sou obrigado a ir ao borracheiro. Pô, tinha falado antes que devemos prestar atenção no trabalho dos mecânicos, mais uma vez vacilei, a falta de óleo poderia ter batido meu motor.
Mais tarde, chega a esposa de André, Sônia, então conversamos muito os três, ao sabor de cervejas geladas e de um lombinho divino. Gustavo, o filho deles, já foi dormir. Ficamos até quase meia-noite de bate-papo, somos vencidos enfim pelo sono. Amanhã seguirei pra Diamantina. Foi muito bom poder contar com novos amigos aqui em Montes Claros, fui muito bem tratado, pelo que sou bastante grato. Agora, espero a oportunidade de poder retribuir a atenção e o carinho, já os convidei para uma visita a Recife.
Acordo cedo e aguardo pacientemente o café da pousada. Ah, se soubesse que seria tão parco, teria saído mais cedo: pão com margarina e um café. Conheci um gaúcho que também está de viagem, ele largou a esposa no Rio e estava indo em busca de um novo amor. Em poucos minutos me conta a sua história. Motorista de ônibus no Rio e infeliz no casamento, conheceu uma cearence e resolveu mudar de vida. Pediu transferência na empresa e agora se aventurava por estradas que nunca passou, rumo à Fortaleza, para encontrar com a nova amada. desejo sucesso, e parto em seguida.
Paro já perto do destino (Montes Claros) pra trocar o óleo da moto, desnecessário, pois o óleo estava novo. Mas o pior ainda estava por vir: o mecânico deixou a tampa do óleo do motor aberta, e eu rodo na BR uns 10km assim, com o óleo sendo cuspido pra fora do motor. Quando pecebo, paro rápido, fecho a tampa e continuo a viagem, falta 40km. Chego à casa do meu anfitrião, Andrezinho, que já me espera. O cara é muito legal, artesão de coco e prata, me oferece almoço, conversamos bastante, e depois de rolar o que vc falou, quando vamos inspecionar a moto, descobrimos o pneu dianteiro murcho e o motor sem uma gota de óleo. Tento usar o reparador instantâneo de pneus, uso dois sprays e não funciona, então sou obrigado a ir ao borracheiro. Pô, tinha falado antes que devemos prestar atenção no trabalho dos mecânicos, mais uma vez vacilei, a falta de óleo poderia ter batido meu motor.
Mais tarde, chega a esposa de André, Sônia, então conversamos muito os três, ao sabor de cervejas geladas e de um lombinho divino. Gustavo, o filho deles, já foi dormir. Ficamos até quase meia-noite de bate-papo, somos vencidos enfim pelo sono. Amanhã seguirei pra Diamantina. Foi muito bom poder contar com novos amigos aqui em Montes Claros, fui muito bem tratado, pelo que sou bastante grato. Agora, espero a oportunidade de poder retribuir a atenção e o carinho, já os convidei para uma visita a Recife.
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